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O
VALOR DO CULTO
"A adoração é
mais importante que a pregação, porque
a pregação é para o homem, mas
a adoração é para Deus" -
Rev. Tommy Tenney
O momento do culto é o momento da grande celebração
ao Senhor. É quando a congregação
se reúne para celebrar o milagre da ressurreição
de Jesus, da nova vida em Cristo, da comunhão
no Espírito e das conquistas espirituais.
Preparação dos ministros - II
Tm. 2:15
• no aspecto espiritual é necessário
oração e leitura bíblica diariamente;
• um jejum semanal;
• oração e compartilhamento entre
o grupo.
• no aspecto musical é preciso realizar
ensaios para que haja entrosamento (iniciar com um texto
bíblico e oração);
• ter uma lista definida de cânticos; quando
forem novos, providenciar cifras;
• manter a ordem no ensaio evitando distrações,
brincadeiras e conversas paralelas que são verdadeiros
"ladrões de unção";
• é necessário total concentração
durante o ensaio; estar atento às orientações,
arranjos, rítmica, métricas, etc;
• o tempo do ensaio deve ser também um
tempo de ministração.
Repertório - Sl. 96:1
• elaborar um repertório adequado ao tipo
de reunião, ex: reunião de jovens, evangelismo,
ceia, etc; o repertório de um culto dominical
é diferente de um lançamento de um cd,
por exemplo;
• elaborar um repertório adequado ao tempo
de duração do louvor (conferir com o pastor);
Dependendo do tempo dado à ministração
dos cânticos não será necessário
uma lista extensa de músicas. Estar sensível
e atento a isso, e como no tópico anterior, diferenciar
o tipo de programação;
• no caso de culto, é importante que o
tema dos cânticos seja um só;
• é importante que o período de
louvor seja iniciado com cânticos de celebração
e de guerra, seguidos de cânticos de adoração.
Isso pode mudar segundo a orientação do
Espírito Santo, mas é necessário
ter uma ordem na sequência dos cânticos;
O dirigente - II Cr. 29:27-30
O rei Ezequias estava a frente representando a liderança
principal. Os líderes devem ir a frente e ensinar
os seus músicos a profetizar!
O dirigente tem uma função importante
no processo de culto coletivo. É responsável
em conduzir a congregação na adoração
ao Senhor. Para isso precisa estar consciente da sua
missão e devidamente preparado. Vejamos alguns
princípios que facilitarão sua tarefa:
a) dependência do Espírito
- antes de tudo, buscar essa dependência geral,
total e irrestrita, entendendo que o culto é
do Espírito Santo e Ele sabe o que é melhor
para cada pessoa na congregação, e dá
ao dirigente as diretrizes da reunião - Rm. 8:26-27.
b) abertura do culto - o dirigente
deve procurar tratar o povo com amabilidade, encorajando-o
com uma promessa da Palavra, tomar cuidado com a maneira
de falar, não ser grosseiro, indelicado, etc.
Esse primeiro contato é a chave para o desenvolvimento
de uma ministração abençoada e
abençoadora.
c) devemos evitar - "pregações"
durante o louvor, interromper a ministração
para "ler a Bíblia", deixar o povo
em pé por muito tempo, vestimenta inadequada,
tipo roupa justa, transparente, cores chamativas, etc.
Lembre-se que o louvor não é para o homem,
mas para Deus! As pessoas devem olhar para Ele!
d) sensibilidade - estar atento à
maneira como o louvor está transcorrendo e explorar
um determinado cântico quando perceber que está
fluindo profeticamente. Evitar deixar "brancos"
entre um cântico e outro; para isso é indispensável
desenvolver um bom entrosamento com os músicos,
combinar sinais, etc.
e) expressão - está também
ligada à inspiração que nasce do
nosso tempo diário com o Senhor. A pessoa inspirada
tem expressão! A principal fonte de inspiração
é a Palavra de Deus. Quanto mais Palavra eu tiver
mais inspirado serei. Ao meditar naquilo que canto,
o resultado será uma expressão real de
vida, que contagiará toda a congregação.
Dessa forma, "chegarei" (ter acesso) no povo
e terei a situação sob controle - Pv.
15:1.
Os músicos - Sl. 33:3
a) expressão - vale para os
músicos os mesmos princípios aplicáveis
ao dirigente na questão da expressão.
Os músicos também têm um papel fundamental
no louvor, principalmente o de profetizar com seus instrumentos
- II Rs. 3:15. Precisam se exercitar nisto em casa,
nos ensaios, nos cultos, dando total importância
a esse desafio, aprofundando-o cada vez mais - I Cr.
25:1.
b) disciplina - é fruto de maturidade
musical. O músico maduro tem conhecimento de
suas responsabilidades e procura cumpri-las à
risca. Por exemplo: chega nos horários marcados,
tem cuidado com os equipamentos da igreja, nos ensaios
obedece os arranjos apresentados, controla o volume
do seu instrumento, nos ensaios e antes de começar
o culto, não "desperdiça" unção
tocando "outras músicas" (Altar no
A.T. era usado para sacrifício.
"Palco" é diferente de "altar"),
quando o arranjo pede um solo, toca somente o necessário
sem se exceder, procura estar em sintonia com tudo o
que acontece durante o louvor, ou seja, não é
um "alienígena" em cima do púlpito
(o não se exceder também se aplica ao
grupo vocal).
c) inspiração - a exemplo
do dirigente, o músico sempre deve estar inspirado
- I Sm. 18:10. O músico inspirado está
sempre pronto à participar inclusive com cânticos
espirituais (vale para o backing vocal também).
Observando esses princípios básicos estaremos
cooperando com o propósito do Pai e seremos grandemente
abençoados.
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